skip to main
|
skip to sidebar
O Hímen da Camada de Ozônia
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Postagem mais recente
Postagem mais antiga
Página inicial
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
▼
2008
(50)
▼
janeiro
(50)
O Beijo dos Peixes
O Arco de Iris
Mó (de) Molúsculo
Nave-Mãe
Manta Gay
Jôgo da Vida
Metástese Estrelar
O Hímen da Camada de Ozônia
Gradis do Além
Fruta-pães
O Fogo Selvagem de Uberaba
Fogo do Munturo
Flores sobre o caixão de Flores
Arcos da Paz
Emblema
Crâneos partidos
Bandeira de lã
Cinturão Trobats
Borbuletá
Asas d´amaginação
A Lôga & A Marca
Arca, do Verbo Arca
A outra cara do cara
Alma encarnando...
As Rodas do Trem Fantasma
Gota Serena
A Clara e o Ovo
Voltando da Índia por Muribeca
O detalhe do olho de Melquizedeque
Parede Lustrada
Pele de cobra curtida para sapatos...
Quebra-queixo
Olhar Vagamundo
Os Cruzamentos Semaforizados de Alca Sire
O Cravo e a....
O Chôco Late
Óvulos
Seios Quatrigenios
Crist´ais
O Pano de Chita
Ressonância Derrâmica
Larva Cigana
A Flor do Pântano
Janela Vaso-de-Barro
O Umbigo do Bicho de Seda...
Os Budas
Fachadas
Bonecos de vento
O Hipercentro de Agalapapa
Lobizome
Alcides Mello
DESENHOS
Desenhos sem pés, nem cabeças. Traços paridos do nada. Cores vindas do acaso. Literatura de "baratos". Texto-curtição. Desenhos sem cheiro, de matéria etérea, desastralizados.
Ver meu perfil completo
Nenhum comentário:
Postar um comentário